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    segunda-feira, 24 de outubro de 2016

    Médica acusada de matar pacientes em UTI pode ir a júri popular em Curitiba

    Médica acusada de matar pacientes em UTI do Hospital Evangélico de Curitiba deixa prisão no PR
    O Ministério Público Estadual do Paraná pediu que vá a júri popular a ex-chefe da unidade de terapia intensiva do Hospital Evangélico de Curitiba, Virgínia Helena Soares de Souza, e mais cinco dos oito acusados de provocar a morte de sete pacientes, entre 2011 e 2013. Eles são acusados de homicídio doloso duplamente qualificado e formação de quadrilha.

    Além de Virgínia, foram denunciados os médicos Edison Anselmo da Silva Júnior, Maria Israela Cortez Boccato e Anderson de Freitas e as enfermeiras Laís da Rosa Groff e Patrícia Cristina de Goveia Ribeiro. Os episódios suspeitos vieram à tona em 2013, após investigação da Polícia Civil.

    A médica Virgínia de Souza, em entrevistas anteriores à imprensa sempre negou as acusações. "Nunca abreviei a vida de ninguém". Ela chegou a ser presa no dia 19 de fevereiro de 2013, ficou quase um mês detida e foi solta um mês depois. Ela pode trabalhar, mas cumpre uma medida cautelar que a impede de atuar em UTIs.

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