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    sexta-feira, 4 de novembro de 2016

    Além dos 191 mil afetados por ocupações, 54 mil farão o Enem 2016 em dezembro

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirmou, nesta quinta-feira (3), que 54.347 pessoas privadas de liberdade ou internos cumprindo medidas socioeducativas estão inscritos para a edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que será aplicado nos dias 6 e 7 de dezembro.

    Conhecido como Enem PPL (pessoas privadas de liberdade), essa segunda edição do Enem é realizada todos os anos, geralmente um mês depois da aplicação do Enem regular.

    Neste ano, o número de detentos inscritos nas provas é 19% mais alto do que na edição de 2015, quando 45.582 pessoas privadas de liberdade se inscreveram para as provas.

    Mais de um Enem por ano


    O Inep reiteira que realiza, todos os anos, "dois tipos de prova e, consequentemente, duas redações". Em nota, o órgão explica que "as provas do Enem têm o mesmo princípio da equivalência garantindo igualdade de condições a todos os inscritos".

    As provas utilizam o mesmo modelo e têm o mesmo nível de dificuldade do Enem tradicional, sendo composto por 180 questões, subdividas em quatro grandes áreas do conhecimento: ciências humanas, ciências da natureza, matemática e linguagens e redação.

    Os resultados do Enem PPL também podem ser usados para que os candidatos recebam o certificado de conclusão do ensino médio. O requisito, nesse caso, é atingir um mínimo de 450 pontos em cada uma das provas objetivas e obter pelo menos 500 pontos na redação.

    Detentos aprovados no Sisu


    Usando a nota do Enem PPL de 2015, muitos detentos conseguiram, em janeiro deste ano, a aprovação em vagas de graduação pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Para que o presidiário seja admitido em uma universidade, é preciso obter autorização judicial, o que nem sempre acontece.

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