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    segunda-feira, 21 de novembro de 2016

    Em depoimento à PF, Cabral nega propina e 'externa indignação'

    Foto do ex-governador Sérgio Cabral ao dar entrada em presídio
    O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) negou em depoimento à Polícia Federal envolvimento com a cobrança de propina a empreiteiras no Estado.

    Ele demonstrou "indignação" em relação às "mentiras absurdas" que constam nas delações de executivos da Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia.

    Cabral evitou dar detalhes em relação aos fatos apurados na operação Calicute, que levou à sua prisão.

    Disse não se recordar de compras de joias, bem como de todo o "auxílio em sua vida pessoal financeira" dado pelo economista Carlos Eduardo Miranda, apontado como operador financeiro da quadrilha.

    O ex-governador citou por três vezes o sucessor no cargo, Luiz Fernando Pezão (PMDB), sem lhe atribuir qualquer ato criminoso.

    Cabral afirma que era responsabilidade dele o contato com os executivos de empreiteiras no governo.

    "[O advogado de Cabral] Perguntou ao declarante [Cabral] sobre quem seria o secretário de obras responsável pela obra de licitação de reforma do Maracanã, tendo este respondido que se iniciou na gestão Luiz Fernando Pezão, como secretário de obras, tendo sido concluída na gestão Hudson Braga [também preos]. [Cabral] informa que ambos efetuaram diversas visitas às obras e o indiciado apenas umas duas vezes", diz o termo de depoimento do ex-governador.

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