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    quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

    A difícil arte de fazer política em Caraúbas (RN)

    A difícil arte de fazer política em Caraúbas (RN)
    Aprendi nas cadeiras da faculdade de que política é a ciência da governança de um Estado ou Nação e também uma arte de negociação para compatibilizar interesses.

    Fazer política é uma arte, seja ela para fins exclusos, seja ela para coletivizar interesses de uma população que carece de políticas públicas e concretizada nas ações planejadas no decorrer de 4 anos de governo de uma gestão.

    Em Caraúbas (RN), uma cidade encravada no sertão potiguar, a 300 km da capital, temos a dificuldade gestacional e popular de desenvolver a política da elaboração do que chamamos de PPA (Plano Pluri Anual), que é na verdade, ou pelo menos deveria ser, a cartilha, o seguimento de tudo que irá ser desenvolvido no decorrer dos quatro anos seguintes, sendo três da atual gestão e um do gestão seguinte. 

    Na terra das caraubeiras, o gestor que hoje administra a cidade chama-se Antônio Alves da Silva, ou simplesmente Juninho Alves, filiado ao PSD, e que junto a um ex-vereador, Paulo Brasil (DEM), conseguiu obter 8.053 votos, ou seja, 51,34% das intenções  dos sufrágios, contra sua principal adversária política, Carol Fernandes.

    O primeiro ano de governo, hoje estendendo-se aos 12 meses, o gestor do povo, já conseguiu realizar ações que por ventura, estavam esquecidos, ou adormecidos, a ser realizado para o benefício do povo.

    A principal dificuldade que um gestor assume quando recebe as chaves administrativas,  como Caraúbas é analisar tudo que se ficou da gestão anterior, e o atual governo pegou muita deficiência estruturante, administrativa e de governabilidade. 

    O primeiro mês, o gestor da logo de frente com a festa do padroeiro de nossa cidade, São Sebastião, que conta como principal parceiro, a Prefeitura Municipal. 

    Após uma análise contábil, administrativa, estrutural, educacional, assistencial, de saúde pública, de segurança pública e também política do campo,  o gestor Juninho Alves lutou contra as contas em atraso, cabos de internet cortados, computadores com tudo deletados, materiais de estrutura inacabado e inadequado para se iniciar um mínimo de gestão política e pública. 

    Muitas ações que estavam encravadas nos planos de governo, hoje podemos analisar de que pelo menos uns 40% do que fora elaborado e desenvolvido pode-se ser observado após 12 meses de governo.

    Tudo se sai a base de discussões e elaboração junto aos principais atores administrativos, que é o próprio povo que espera que tudo seja mil maravilhas, como podemos observar após uma análise de discussões  e debates junto a população que vem aprovando o atual governo por suas ações política-administrativa.

    A prefeitura municipal autorizou a realização da Festa de Janeiro, sem muita pompa, mas com o empenho de muitos parceiros, se conseguiu realizar uma das melhores festas popular do Santo padroeiro e social.

    Com o passar dos meses podemos observar hoje, uma cidade iluminada, limpa, com eventos realizados dentro do calendário estadual e federal, como foi a Expoeste.

    O prefeito conseguiu trazer junto ao Governo do Estado, uma atuação policial, que conseguiu inibir esporadicamente, mais de forma considerável, a ação de pessoas que vivem a margem da criminalidade. Ações na área educacional, assistencial e de saúde pública, vem sendo desenvolvidos a todo vapor na cidade.

    O projeto "Prefeitura Aqui", já desenvolvido no bairro Leandro Bezerra, comunidade de Miranda e Mariana, levou uma série de ações que contou com a participação de todas as pastas administrativas, voltado para o atendimento da população, mais carente e necessitada destas áreas de vulnerabilidade social.

    Enfim, com um contexto político aqui elencado de forma sucinta e rápida, podemos rever de que a política caraubense, ainda assim, é elencada como de difícil assimilação voltada para  ações coletivas ao público  caraubense, e sim, para o interesse de algumas pessoas, ou grupos que não se encontram mais no comando da gestão pública e coloca-se como barreira política que impede de aceitar de que está dando certo o que muitos torcem para dar errado.

    Toca o barco pra frente, que a vida tá dando certo. 


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