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Operação desarticula quadrilha que atuava em nove estados


Um grupo criminoso interestadual que vendia drogas sintéticas pelo correio é alvo da Operação Caça às Bruxas na manhã desta quinta-feira (15). A Polícia Civil cumpre 25 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em nove estados e no Distrito Federal. As investigações são coordenadas pela 6ª DP de Brasília, no Paranoá.
Até as 10h40, haviam sido presas 21 pessoas, das quais sete em seis regiões administrativas do DF. Os estados com alvos na operação são: Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Norte, Tocantins, Bahia e Minas Gerais.
Os Correios não comentaram o caso, mas disseram que “possuem procedimentos internos específicos para fiscalização” e que “trabalham em parceria com órgãos de segurança pública”.
No entanto, apenas informaram os procedimentos adotados pela empresa quando as drogas são efetivamente encontradas.
Segundo a Polícia Civil, o nome da operação faz referência à forma como os traficantes se denominavam: “Bruxos”. Delegados responsáveis pela operação no DF explicaram à TV Globo que os criminosos vendiam as drogas por meio de um perfil falso nas redes sociais.
Após o pedido de encomenda, os clientes faziam um depósito bancário e a droga – LSD ou ecstasy – chegava em casa pelo correio. Os entorpecentes eram fabricados pelos próprios traficantes.
Em Natal (RN), a polícia apreendeu um envelope que havia sido encaminhado para uma caixa postal alugada. Em São José do Rio Preto (SP), foram encontrados 3.600 pontos de LSD.
Nota dos Correios
“Os Correios possuem procedimentos internos específicos para fiscalização do conteúdo dos objetos postais e a área de segurança da empresa trabalha em parceria com os órgãos de segurança pública.
Nos Centros de Tratamento, os Correios possuem equipamentos de raio-x e espectrômetros de massa para verificação não invasiva do conteúdo dos objetos postais.
Ao serem identificadas drogas nas encomendas, elas são imediatamente retiradas do fluxo postal, a Polícia Federal é comunicada e vem aos Correios para as demais providências de investigação.
A partir daí, a investigação relacionada aos remetentes que tentam utilizar-se do serviço postal para tráfico de drogas é prerrogativa dos órgãos de segurança pública.”
Fonte: Luiza Garonce e Ana Cunha, G1 DF e TV Globo
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Sobre Ricardo Adriano

Sou pedagogo de formação, amo música, livros, poesias, trabalho com jardinagem e tudo um pouco, já fiz "um pouco". Sou amante da vida, da informação, das notícias que são levadas a você leitor (a). Estamos aqui para interagir. Obrigado por acessar este espaço.