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Em debate no SBT, presidenciáveis mantém PT no alvo e atacam polarização

debate eleitoral promovido pelo SBT na tarde desta quarta-feira 26, o quinto entre os presidenciáveis na televisão, foi marcado por críticas da maior parte dos candidatos ao PT e por defesas de uma alternativa à polarização entre o partido de Fernando Haddad e o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.
Ex-ministros do governo Lula, Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) procuraram se distanciar do partido, em estratégia que denota busca por eleitores mais moderados. Marina afirmou que não apoiaria a legenda que integrou até 2009 por ela ter sido “reprovada pela Operação Lava Jato”. Ciro, por sua vez, diz que “prefere” governar sem a participação de quadros do PT.
Alvaro Dias (Podemos), em pergunta para Haddad, chamou o ex-prefeito de “representante do preso em Curitiba” e fez diversas menções ao “Caso Celso Daniel”, do ex-prefeito de Santo André morto em 2001 após denunciar um esquema de corrupção no ABC paulista e que, vira e mexe, retorna nas críticas ao petismo.
Em suas considerações finais, o candidato do PDT pediu aos eleitores que “não votem contra um candidato” – Haddad ou Bolsonaro – mas sim em favor de propostas, atuando para evitar o possível voto útil de eleitores à esquerda no PT contra o presidenciável do PSL e no capitão da reserva contra o ex-prefeito de São Paulo. Geraldo Alckmin (PSDB), por outro lado, não tentou necessariamente desmobilizar o voto antipetista que hoje está com Bolsonaro, mas apenas direcioná-lo para ele, sobre a alegação de que ele seria capaz de derrotar Haddad no segundo turno. Alckmin definiu o petista como o “responsável por tudo isso” e o postulante do PSL como o “candidato da discriminação”.
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Sobre Ricardo Adriano

Sou pedagogo de formação, amo música, livros, poesias, trabalho com jardinagem e tudo um pouco, já fiz "um pouco". Sou amante da vida, da informação, das notícias que são levadas a você leitor (a). Estamos aqui para interagir. Obrigado por acessar este espaço.

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