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QUAL O GRUPO POLÍTICO QUE ESTÁ POR TRÁS DO TERRORISTA QUE FERIU BOLSONARO?


Que Adélio Bispo de Oliveira teve motivações políticas para realizar o atentado da véspera do Dia da Independência, ninguém tem dúvidas. Inclusive, o terrorista foi enquadrado pela Polícia Federal na Lei de Segurança Nacional (que prevê pena em caso de "atentado pessoal por inconformismo político"). No entanto, a pressa da mídia, advogados de defesa e militância de esquerda em caracterizá-lo como um "louco solitário" que "apenas reagiu" ao suposto "discurso de ódio" do candidato Jair Bolsonaro é, evidentemente, uma peça de propaganda conveniente e deveras esfarrapada para tentar camuflar um aberrante e escancarado ato de terrorismo político. 

Adélio Bispo tem uma trajetória de militância na esquerda política brasileira, bem como recebe auxílio substancial no momento atual, pós atentado. Ele não é louco, segundo a PF, e tampouco está só (como evidencia a banca de advogados caríssimos que o defende). 

Adélio foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014, onde teve a pretensão de candidatar-se a Deputado. Em 2013, arrombou a casa de uma sobrinha e a agrediu, sendo processado por lesão corporal. O PSOL é um partido de extrema esquerda que tem forte atuação em causas como legalização da maconha, direitos humanos na versão brasileira (direitos do manos, na linguagem popular), ideologia de gênero nas escolas, etcetera. Escusado dizer que o meio Psolista abomina e sataniza Jair Bolsonaro, que sempre defendeu causas opostas. A postura do Deputado Federal Jean Willys (um dos expoentes nacionais do PSOL), que chegou a cuspir em Bolsonaro em pleno Congresso Nacional (abril de 2016), exemplifica a linha ideológica. Mais recentemente, o terrorista Adélio Bispo esteve organicamente ligado aos movimentos esquerdistas "Fora Temer" e "Lula Livre", onde a idéia básica era e é passar passar por cima das Leis e Instituições Republicanas, para dar status de "intocáveis" a líderes petistas infratores, pelo uso da força e alienação política de massa.

No seio dos partidos radicais de esquerda surgiu o fenômeno chamado "ódio do bem". Trata-se de instigação (e prática, por vezes) de assassinato de opositores políticos, da revolta armada e de outros tipos de violência, xingamentos, depredações e violações dos direitos humanos - tudo entendido como forma de manifestação de "cidadania" e "luta política". Exemplos dessa prática abundam nas redes sociais e nos noticiários (vide atuação de grupos de esquerda como MST, Black Blocks e MTST). A mentalidade deles de puro ódio é considerada "do bem", porque essa mesma militância acusa gente como Bolsonaro de pregar o "ódio", ao defender punições rigorosas para estupradores, fazer oposição ao ensino gay para crianças ou apoiar que o cidadão de bem possa ter porte de arma em sua autodefesa - e esse tipo de coisa é que, no entender dos esquerdistas, é "do mal". Após o atentado cometido por Adélio Bispo, incontáveis mensagens de "ódio do bem" circularam nas redes sociais, inclusive, em apoio tácito ou declarado ao ato terrorista. De fato, ANTES do atentado, as tais mensagens de "ódio do bem" revelavam o anseio explícito de vários militantes de esquerda no sentido de matar Bolsonaro durante o evento em Juiz de Fora/MG.

Se as tais mensagens de "ódio do bem" não revelam quem está por trás do atentado terrorista, certamente revelam quem está ao lado, em comunhão de valores e apoio declarado. O ponto em comum dos autores de tais conteúdos de "ódio do bem", nas redes sociais, é a proximidade com idéias e agremiações da esquerda política. É nesse meio que Adélio Bispo, e tantos outro(a)s como ele, fermentam e destilam sua propensão a praticar o "ódio do bem" como forma de obter aceitação social e (por que não?) de fazer política. De postulante ao cargo de Deputado, até o status de terrorista político, Adélio Bispo fez uma fácil caminhada, onde foi acolhido, referenciado e instigado pelo meio em que submergiu. Chegamos ao âmago da gênese social do terrorismo político no Brasil atual: num meio de doutrinação para o desrespeito às leis, uso da violência na política e defesa fanática de ideais e líderes comprometidos com o crime, são formatados os ESQUERDOPATAS.

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Sobre Ricardo Adriano

Sou pedagogo de formação, amo música, livros, poesias, trabalho com jardinagem e tudo um pouco, já fiz "um pouco". Sou amante da vida, da informação, das notícias que são levadas a você leitor (a). Estamos aqui para interagir. Obrigado por acessar este espaço.

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