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Haddad: “Erro do PT foi não antecipar efeito de notícias falsas”

Em sabatina realizada nesta terça-feira (23), o candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad, afirmou que a disseminação em massa de informações falsas pelo WhatsApp fez a diferença no resultado do primeiro turno. A entrevista foi organizada pelo jornal O Globo, Extra, Valor Econômico e Época e teve duração de duas horas.
Ele usou como exemplos o segundo turno no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Nos dois estados, Wilson Witzel e Romeu Zema, que se associaram a Bolsonaro, cresceram dias antes da votação e lideram as pesquisas.
“As fake news em Minas e no Rio fizeram toda a diferença. Institutos não conseguiram captar as intenções de voto porque algo aconteceu de sexta para sábado que mudou o humor nesses estados. Um juiz (Witzel) e um empresário que ninguém conhece (Zema) chegaram ao segundo turno. Você vai ver onde esses disparos foram feitos. Vai ver que esses dois estados explicam 80% da diferença que me daria a vitória”, disse.
Questionado se a insistência em viabilizar a candidatura do ex-presidente Lula não foi um erro estratégico do PT, Haddad disse que o erro foi não antecipar o uso de redes sociais para impulsionar conteúdos falsos contra o partido.
“Cometemos um erro estratégico porque não pensamos que eles iriam usar o expediente do WhatsApp para obter financiamento ilegal de campanha. Não contei com isso mesmo. O que aconteceu no primeiro turno não tem nada a ver com legislação eleitoral. Estamos falando do novo Caixa 2. Estão driblando o velho caixa 2 e criando um novo”, afirmou.
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Sobre Ricardo Adriano

Sou pedagogo de formação, amo música, livros, poesias, trabalho com jardinagem e tudo um pouco, já fiz "um pouco". Sou amante da vida, da informação, das notícias que são levadas a você leitor (a). Estamos aqui para interagir. Obrigado por acessar este espaço.

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