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Justiça torna réus 14 envolvidos em fraude em obras do Rodoanel


A Justiça tornou réus 14 acusados de integrar uma organização criminosa para fraudar licitações nas obras do trecho norte do Rodoanel Mário Covas, que interliga as estradas que chegam a São Paulo. Os acusados são agentes públicos da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A.), empresa de economia mista responsável pela obra, e funcionários das construtoras OAS, Mendes Júnior e Isolux.
Segundo denúncia feita pela força-tarefa da Operação Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo em 27 de julho, a primeira da Operação Pedra no Caminho, a organização criminosa operou fraudes no trecho norte do Rodoanel entre outubro de 2014 até a deflagração da operação, em junho passado.
Em agosto deste ano, a Justiça já havia determinado cautelarmente a suspensão das atividades públicas de parte dos acusados, que atuam ou atuavam na Dersa, e das atividades econômicas dos acusados que trabalham em empresas privadas.
Na decisão de agosto, a juíza Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo, havia determinado que os acusados apresentassem defesa prévia, conforme previsto no Artigo 514 do Código de Processo Penal. A decisão publicada hoje considerou todas as defesas apresentadas pelos réus, mas, de acordo com o MPF informou, nenhum dos argumentos convenceu a magistrada a absolver previamente qualquer dos acusados.
Segundo a juíza, a denúncia do MPF “está lastreada em suficientes elementos de prova, instruída por satisfatório número de documentos que indicam a materialidade de delitiva e indícios de autoria”.
Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil via MSN Notícias
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Sobre Ricardo Adriano

Sou pedagogo de formação, amo música, livros, poesias, trabalho com jardinagem e tudo um pouco, já fiz "um pouco". Sou amante da vida, da informação, das notícias que são levadas a você leitor (a). Estamos aqui para interagir. Obrigado por acessar este espaço.

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