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Polêmicas da campanha eleitoral envolveram 13º salário, nome no SPC e indulto a Lula

Raquel Landim (Folha de S.Paulo)
Nada provocou mais polêmica nessas eleições do que o atentado a faca contra o líder nas pesquisasJair Bolsonaro (PSL), em Juiz de Fora (MG).
O caso polarizou ainda mais a campanha, que se tornou um confronto entre um candidato que levou uma facada e outro que está na cadeia —o ex-presidente Lula, preso em Curitiba, impedido de concorrer pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e substituído por Fernando Haddad (PT).
Em um ambiente tão emotivo e com programas de governo propositadamente evasivos, sobrou pouco espaço para discussões aprofundadas. Ainda assim, alguns assuntos provocaram vai e vem nos comitês dos candidatos.
O mais controverso foi a proposta de Paulo Guedes, guru econômico de Bolsonaro, de criar um imposto sobre transações financeiras aos moldes da extinta CPMF. 
Revelado por Mônica Bergamo, colunista da Folha, o caso levou Bolsonaro e seus assessores a uma corrida para conter o estrago e afastou Guedes de eventos públicos.
Os candidatos a vice-presidente também deram trabalho aos cabeças de chapa, particularmente o general Hamilton Mourão. Vice de Bolsonaro, Mourão criticou o 13º salário, propôs uma assembleia de "notáveis" para fazer nova Constituição e disse que famílias chefiadas por mães e avós são "fábricas de desajustados".
Fernando Haddad foi outro que teve que se explicar por causa das declarações de correligionários. Condenado no mensalão e no petrolão, o ex-ministro José Dirceu disse que era “uma questão de tempo para o PT tomar o poder, o que é diferente de ganhar as eleições".
Já Fernando Pimentel, candidato à reeleição em Minas Gerais, garantiu que Haddad daria um indulto a Lula, tirando o ex-presidente da cadeia.
Entre os próprios candidatos, o mais polêmico foi Ciro Gomes (PDT), já fiel ao seu estilo. 
Começou a campanha eleitoral prometendo à população endividada “tirar seu nome do SPC”, o que lhe valeu nas redes sociais a alcunha de “pai Ciro”, em referência aos pais de santo do candomblé.
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Sobre Ricardo Adriano

Sou pedagogo de formação, amo música, livros, poesias, trabalho com jardinagem e tudo um pouco, já fiz "um pouco". Sou amante da vida, da informação, das notícias que são levadas a você leitor (a). Estamos aqui para interagir. Obrigado por acessar este espaço.

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